Metro quadrado em São Paulo sobe 3,7% e chega a R$ 12,1 mil; Itaim Bibi encosta em R$ 20 mil
Índice FipeZAP mostra alta dos imóveis residenciais na capital, com Moema liderando a valorização entre os bairros analisados
Fotos: Divulgação O preço médio do metro quadrado residencial em São Paulo chegou a R$ 12.099 em julho de 2026, segundo o Índice FipeZAP, calculado pela Fipe em parceria com o Grupo OLX.
Os imóveis anunciados para venda na capital apresentaram valorização de 0,36% no mês, 1,7% desde o início do ano e 3,7% nos últimos 12 meses.
A alta anual ficou acima do IGP-M, que avançou 2,76% no mesmo período, mas abaixo do IPCA, com variação de 4,43%.
Itaim Bibi se aproxima de R$ 20 mil por metro quadrado
O Itaim Bibi permanece como o bairro mais caro de São Paulo, com valor médio de R$ 19.990 por metro quadrado. Em 12 meses, os preços na região subiram 3,9%.
Na sequência aparecem Pinheiros, com R$ 18.302 por metro quadrado, Jardins, com R$ 17.833, e Moema, com R$ 16.349.
Moema apresentou a maior valorização anual entre os bairros destacados pelo levantamento, com avanço de 5,1%.
Os dez bairros mais caros de São Paulo
Itaim Bibi: R$ 19.990/m²
Pinheiros: R$ 18.302/m²
Jardins: R$ 17.833/m²
Moema: R$ 16.349/m²
Vila Mariana: R$ 14.792/m²
Paraíso: R$ 13.943/m²
Perdizes: R$ 13.303/m²
Bela Vista: R$ 12.454/m²
Santana: R$ 9.090/m²
Vila Andrade: R$ 8.347/m²
Mercado nacional também avança
O Índice FipeZAP geral subiu 0,46% em julho, com aumento dos preços em 49 das 56 cidades monitoradas.
No acumulado de 2026, a valorização nacional chegou a 2,89%. Em 12 meses, o avanço foi de 5,46%, acima do IPCA e do IGP-M registrados no mesmo intervalo.
O preço médio de venda dos imóveis residenciais no país alcançou R$ 9.900 por metro quadrado. As unidades de um dormitório continuaram como as mais caras da amostra, com média de R$ 12.123 por metro quadrado.
O levantamento analisou 718.664 anúncios de imóveis em São Paulo. Os dados passam por filtros para retirar duplicidades e informações consideradas inconsistentes antes do cálculo dos preços de referência.
Observação editorial: a publicação consultada apresenta divergências entre alguns valores exibidos no texto e no ranking nacional. Por isso, esta versão prioriza os dados da capital paulista, dos bairros e dos indicadores gerais que aparecem de forma direta na matéria.



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