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Barueri ,18/04/2026

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Greve em universidades paralisa USP, Uerj e mais de 50 instituições federais no Brasil

Paralisação suspende aulas e serviços em campi que concentram mais de 915 mil estudantes no ensino superior público

Fonte: O GLOBO
Greve em universidades paralisa USP, Uerj e mais de 50 instituições federais no Brasil A Praça do Relógio, no centro do campus da Universidade de São Paulo (USP) na cidade universitária. Foto: Divulgação/Governo de SP

A greve em universidades paralisa a USP, a Uerj e mais de 50 instituições federais no Brasil em 2026, com suspensão de aulas e interrupção de serviços em campi que reúnem mais de 915 mil estudantes.

Na Universidade de São Paulo, técnicos administrativos entraram em greve após decisão do Conselho Universitário que criou bônus de R$ 4,5 mil para professores envolvidos em projetos estratégicos. A categoria reivindica a incorporação de R$ 1,6 mil aos salários e mudanças nas regras de compensação de jornada.  A paralisação impactou o funcionamento da universidade, com cancelamento de aulas e interrupção de serviços como restaurantes universitários e espaços culturais. Em unidades como a Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária, estudantes organizaram bloqueios para impedir atividades presenciais.

A reitoria informou que mantém diálogo com estudantes e reafirmou compromisso com a continuidade das conversas. O reitor Aluisio Segurado declarou anteriormente que o bônus tem como objetivo valorizar a carreira docente e incentivar projetos acadêmicos.

Na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, professores e técnicos suspenderam atividades desde o fim de março. As demandas incluem recomposição salarial, retorno de adicionais por tempo de serviço e questões orçamentárias. Representantes da universidade e trabalhadores se reuniram com o governo estadual, que indicou análise das reivindicações.

Na rede federal, 51 universidades registram greve de técnicos administrativos, segundo a Fasubra. A entidade afirma que acordos firmados após a paralisação de 2024 não foram cumpridos. O Ministério da Gestão e Inovação não respondeu até o momento. A greve também afeta serviços administrativos, funcionamento de restaurantes universitários e liberação de bolsas estudantis em parte das instituições.




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