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Barueri ,30/06/2026

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Apple aumenta preços de Macs e iPads após escassez global de memória pressionar custos

Apple reajusta preços de Macs, iPads, Vision Pro e dispositivos domésticos após alta dos custos de memória impulsionada pela expansão dos data centers de inteligência artificial

Fonte: Business S/A
Apple aumenta preços de Macs e iPads após escassez global de memória pressionar custos Montagem Revista Business

A Apple anunciou um aumento global nos preços de Macs, iPads, Vision Pro e dispositivos da linha Home nesta quinta-feira. Segundo a companhia, os reajustes foram motivados pela escassez de chips de memória e armazenamento, impulsionada pela crescente demanda de data centers voltados à inteligência artificial. A empresa informou que, neste momento, os aumentos não atingem iPhones, Apple Watch ou AirPods. No entanto, a fabricante não descarta novos reajustes em outras categorias nos próximos meses. Entre os principais aumentos, o MacBook Air de 13 polegadas passou de US$ 1.099 para US$ 1.299. O MacBook Pro de 14 polegadas subiu de US$ 1.699 para US$ 1.999, enquanto a versão de 16 polegadas passou a custar a partir de US$ 2.999. O iMac teve o preço inicial elevado para US$ 1.499 e o Mac Studio passou a partir de US$ 2.499. Já o MacBook Neo teve reajuste de US$ 599 para US$ 699 na configuração de entrada.

iPads e Vision Pro também ficaram mais caros

Os reajustes também atingiram toda a linha de tablets da empresa. O iPad Pro de 11 polegadas passou de US$ 999 para US$ 1.199, enquanto a versão de 13 polegadas subiu para US$ 1.499. O iPad Air de 11 polegadas teve aumento de US$ 599 para US$ 749. Já o modelo de 13 polegadas passou para US$ 949. O iPad básico agora custa US$ 449 e o iPad mini teve o preço elevado para US$ 599. Entre os dispositivos de entretenimento e casa conectada, o HomePod passou de US$ 299 para US$ 349, enquanto o HomePod mini foi reajustado para US$ 129. O Apple TV agora custa US$ 199. O Vision Pro passou a partir de US$ 3.699.

Demanda da inteligência artificial pressiona cadeia de suprimentos

De acordo com a Apple, a rápida expansão da infraestrutura de inteligência artificial criou uma demanda inédita por memória e armazenamento. A companhia afirmou que vinha absorvendo parte desses custos, mas decidiu repassar os aumentos diante da continuidade da pressão sobre a cadeia de suprimentos. O CEO Tim Cook já havia alertado que a escassez de memória deve se intensificar ao longo do ano, afetando a disponibilidade de diversos produtos da marca e provocando atrasos em algumas linhas. A empresa informou ainda que o segmento de Macs é atualmente o mais impactado pela falta de componentes, enquanto os iPhones enfrentam restrições ligadas principalmente ao fornecimento de processadores.

A Apple prepara o lançamento de uma nova geração do iPhone para setembro, incluindo um modelo dobrável com preço superior a US$ 2.000, em um cenário de custos crescentes para a indústria global de tecnologia.




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