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Barueri ,12/03/2026

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    ELEIÇÕES que comecem os jogos

    Eleitores votarão para cinco cargos distintos — presidente, governador, senador e deputados federais e estaduais — em um cenário de polarização política

    Fonte: Business S/A
    ELEIÇÕES que comecem os jogos Mauro Sérgio Santos é jornalista, pós-graduado em Comunicação e Responsabilidade Social com MBA em Administração.

    Este ano o Brasil terá eleições para presidente, senador, governador e deputados federais e estaduais. Para o cidadão comum, votar em cinco candidatos para cargos distintos pode parecer uma verdadeira maratona. Em meio à polarização entre esquerda e direita, muitos eleitores vivem um dilema: falta vontade, sobra descrença e cresce a sensação de que a eleição interessa apenas aos políticos. Mas isso é um equívoco.

    São justamente esses cargos que definem os rumos econômicos, sociais e institucionais do país. A percepção de “falta de opção” e a repetição de nomes conhecidos contribuem para o desânimo. No cenário atual, por exemplo, Lula aparece como favorito, enquanto a direita ainda busca articulação entre diferentes pré-candidaturas. Política não é para amadores, e os candidatos estão cada vez mais profissionalizados. Por isso, votar por protesto raramente resolve. Eleger alguém sem preparo técnico ou conhecimento em gestão pública, orçamento e legislação pode abrir espaço para decisões frágeis e manipulações. O voto precisa ser consciente.

    A saída é simples, embora exija esforço: pesquisar, estudar o histórico do candidato, analisar propostas, entender quem o apoia. O excesso de partidos e siglas no Brasil também contribui para a confusão do eleitorado, especialmente o mais vulnerável.

    Não devemos votar em candidatos envolvidos em escândalos, com histórico de desvio de caráter ou discursos discriminatórios. Tampouco nos deixar seduzir por “salvadores da pátria” que aparecem apenas de quatro em quatro anos.

    Votar é um dos pilares da democracia. Em tempos de redes sociais e manipulação digital, o cuidado precisa ser redobrado. A inteligência artificial já é uma realidade — e pode ser usada tanto para informar quanto para enganar. Cabe ao eleitor discernir.




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